2026-06-252026-06-252024-072314-2634https://hdl.handle.net/2133/33427El propósito de este artículo es reflexionar sobre una serie de producciones audiovisuales interculturales, en las que equipos de personas no indígenas trabajan con estudiantes indígenas en la construcción de sus autobiografías étnico-comunitarias. Estas producciones se realizan como parte de las actividades del Ciclo Intercultural de Iniciación Académica de Estudiantes Indígenas de la Universidad Estadual de Londrina desde 2018. A través de los efectos transformadores de las prácticas académicas y pedagógicas, una mirada a los desplazamientos, cambios de rumbo en los modos de pensar y hacer en la producción audiovisual. La investigación se basa en autores indígenas y otros pensadores decoloniales, anticoloniales y contracoloniales de América Latina. Estamos ante un proceso en constante cambio que está atravesado por el desafío de la interculturalidad y la autocrítica, en la búsqueda de un “corazón” y una praxis comunicacional diferente. Se concluye que el paradigma de decolonialidad e interculturalidad sitúa alos sujetos involucrados, indígenas y no indígenas, en una relación de aprendizaje mutuo, intercambio de conocimientos y horizontalidad.A proposta deste artigo é refletir sobre uma série de produções audiovisuais interculturais, em que equipes de pessoas não indígenas atuam com estudantes indígenas na construção de suas autobiografias étnico-comunitárias. Essas produções são realizadas como parte das atividades do Ciclo Intercultural de Iniciação Acadêmica dos Estudantes Indígenas da Universidade Estadual de Londrina desde 2018. Por meio das afetações transformadoras de práticas acadêmicas e pedagógicas, propõe-se um olhar sobre os deslocamentos, mudanças de direção em modos de pensar e fazer na produção audiovisual. A pesquisa se embasa em autores indígenas e outros pensadores decoloniais, anticoloniais e contracoloniais da América Latina. Depara-se com um processo em fluxo constante que é atravessado pelo desafio da interculturalidade e da autocrítica, na busca pelo “corazonar” e por uma práxis comunicacional outra. Conclui-se que o paradigma da decolonialidade e da interculturalidade coloca os sujeitos envolvidos, indígenas e não indígenas, em uma relação de aprendizado mútuo, de troca de saberes e horizontalidade.116-141ptopenAccessComunicaciónInterculturalidadPueblos indígenasDecolonialInterculturalidade na produção audiovisual com indígenasarticuloAutora y Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionaleshttps://doi.org/10.35305/lt.v28i02.876Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International You are free to: Share — copy and redistribute the material in any medium or format Adapt — remix, transform, and build upon the material The licensor cannot revoke these freedoms as long as you follow the license terms. Under the following terms: Attribution — You must give appropriate credit, provide a link to the license, and indicate if changes were made. You may do so in any reasonable manner, but not in any way that suggests the licensor endorses you or your use. NonCommercial — You may not use the material for commercial purposes. ShareAlike — If you remix, transform, or build upon the material, you must distribute your contributions under the same license as the original. No additional restrictions — You may not apply legal terms or technological measures that legally restrict others from doing anything the license permits.